Agenda cheia de convênio. Caixa parado.
A recepção não para, o consultório não para, e o mês fecha apertado. O convênio ocupa quase todo horário, paga pouco e paga tarde.
Growth marketing para clínicas médicas
Para clínicas médicas com operação montada, cheias de convênio e com pouco particular. A WeCon cuida da jornada do paciente, do primeiro contato ao procedimento particular, e mede cada etapa no mesmo relatório.
Trinta minutos no WhatsApp, direto com quem faz o diagnóstico. Gratuito, e você fica com o resultado. Atendemos clínicas com mais de uma unidade ou com volume alto de consulta.
Quem já cresce com a WeCon: alguns dos maiores grupos de oftalmologia do país, e marcas como estas.



Se você reconhece uma destas
A recepção não para, o consultório não para, e o mês fecha apertado. O convênio ocupa quase todo horário, paga pouco e paga tarde.
Se ele descredenciar ou apertar a tabela amanhã, quantos pacientes sobram? Quem depende de uma fonte só não negocia, aceita.
O relatório mostra clique, seguidor e contato. Quanto virou procedimento particular, ninguém sabe dizer. Sem esse número, cada real a mais é aposta.
As três têm a mesma saída: mais paciente particular, do perfil certo, e saber de onde cada um vem.
Para quem esse trabalho serve
A conta que ninguém faz
Entre as duas pontas existem cinco decisões do paciente, e cada uma perde gente. Abaixo, um mês com números redondos. Depois, faça a conta com os seus.
Telefone, WhatsApp, site, indicação e convênio. O ponto de partida, e a única métrica que costuma ter dono.
Os outros 750 pediram informação, perguntaram preço ou convênio, e não viraram horário. Ninguém ligou de volta.
Referência: 20 a 25% em clínica de convênioOs 38 que faltaram deixaram cadeira vazia. Sem confirmação, sem lembrete, sem ninguém para ocupar o horário.
Referência: 85% de comparecimentoA consulta que definiu o resto. A taxa muda muito de uma especialidade para outra; 1 em cada 5 é só um ponto de partida para você conferir.
Exemplo, troque pelo seuOs outros 19 receberam a indicação e sumiram entre o orçamento e a marcação.
Na oftalmologia, 50 a 60% das indicações viram cirurgiaQuase todo mundo trabalha para transformar 1.000 contatos em 1.200. O dinheiro maior está nos 19 que já tinham a indicação na mão e não voltaram.
De 1.000 contatos, 23 procedimentos. Cada uma das 977 saídas do caminho tem endereço, e dá para descobrir qual delas está custando mais.
Troque o que souber. O que não souber, deixe o exemplo e anote: é uma etapa que a sua clínica ainda não mede.
O que a gente faz
A maior parte do marketing médico para na entrada: social, site, mídia paga. É trabalho necessário, e a gente faz, com um time que faz isso todo dia. Só que a entrada é uma etapa de cinco, e é a única que costuma ter dono.
Google, Meta e conteúdo que trazem o paciente particular do perfil certo, não o volume que enche a agenda de consulta barata. Cada real de mídia com origem e destino rastreados.
Do primeiro contato até o paciente sentar na cadeira: tempo de resposta, canal, fila, confirmação, lembrete. Processo para a recepção e número para o gestor.
O caminho da indicação até o procedimento marcado, com o orçamento explicado e o retorno acompanhado por alguém. É a etapa que mais vale e a que menos tem dono.
NPS, avaliação e indicação, para o paciente satisfeito virar o próximo contato em vez de virar silêncio.
As cinco etapas com número, no mesmo relatório, todo mês. É o que permite discutir onde investir em vez de discutir se o anúncio está bonito.
Medir. Cortar. Concentrar.
A gente mede de onde vem cada paciente e onde ele some, corta o que não se paga e concentra o investimento no que traz paciente particular.
Sobre a WeCon
A WeCon junta mídia, atendimento e conversão sob o mesmo time e o mesmo relatório, conectando marca, vendas e operação. Na saúde, isso passa pela regra do CFM e por número na mesa.
O diagnóstico da sua clínica
Você fala do porte da clínica, do volume de consulta, da proporção entre convênio e particular, e de onde acha que perde paciente.
As cinco etapas com os números que você tiver, e uma estimativa honesta das que ninguém mediu ainda.
Onde está a maior perda, quanto ela vale por mês, e o que daria para fazer nos primeiros 90 dias.
O diagnóstico é gratuito e você fica com ele, trabalhando com a gente ou não.
O que costumam perguntar antes de conversar
A WeCon atende clínicas médicas. A oftalmologia é onde temos mais repertório, e é de lá que vem a prova desta página. Nas outras especialidades o que decide é o porte da operação, e isso a gente vê nos 30 minutos.
Os contratos são mensais e dimensionados pelo porte da clínica e pelas etapas que a gente assume. O valor sai na conversa, depois do diagnóstico, que é gratuito.
Ótimo, e provavelmente a entrada está sendo bem cuidada. O diagnóstico olha as outras quatro etapas. Se elas estiverem saudáveis, a gente diz isso e você não precisa da gente.
Não. Na maioria das clínicas o time interno continua, com processo definido e número para acompanhar. Onde falta braço, a gente entra com o nosso.
Sim. Toda peça sai dentro da Resolução CFM nº 2.336/2023: sem promessa de resultado, sem antes e depois fora das regras, com o nome e o CRM do responsável técnico. Anúncio que expõe o médico a processo ético não é economia de ninguém.
Porque nossos clientes competem entre si e porte é informação sensível. A mesma discrição que você vê aqui é a que a gente aplica na sua conta. Na conversa, com quem decide, a gente mostra o que puder ser mostrado.
A medição das cinco etapas é a primeira entrega, e é ela que mostra onde mexer. Movimento nas etapas do meio leva alguns meses para virar número confiável. Quem promete menos que isso está falando de contato, não de procedimento.
Comece pela conta
A gente marca os 30 minutos por lá mesmo. Você fala com quem faz o diagnóstico, não com um atendimento de triagem.
Falar no WhatsAppPrefere adiantar os dados? Preencha ao lado e a conversa já começa pelo diagnóstico.